Anthropic supera OpenAI e se torna a startup de IA mais valiosa do mundo
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A Anthropic, dona do Claude, levantou US$ 65 bilhões em uma nova rodada que avalia a companhia em US$ 965 bilhões e a coloca, no papel, à frente da OpenAI, criadora do ChatGPT, avaliada em US$ 852 bilhões em março. O movimento muda o placar simbólico da corrida da IA e põe a empresa fundada por ex-funcionários da OpenAI entre as mais valiosas do mundo.
A rodada foi liderada por Altimeter, Dragoneer, Greenoaks e Sequoia, com participação de investidores como Capital Group, Coatue, GIC, Blackstone, Brookfield, Fidelity, General Catalyst, Jane Street, MGX, T. Rowe Price e Temasek. A captação ocorre em meio à forte aceleração da receita anualizada, que saltou de US$ 14 bilhões, em fevereiro, para US$ 47 bilhões no começo de maio.
Os recursos serão usados para avançar em pesquisas de segurança e interpretabilidade, ampliar a capacidade computacional e escalar produtos e parcerias. A Anthropic também fechou acordos de infraestrutura com Google, Broadcom, Amazon e SpaceX, incluindo capacidade em data centers com TPUs e GPUs. A AWS segue como principal provedora de nuvem e parceira de treinamento da companhia.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
A Anthropic, dona do Claude, levantou US$ 65 bilhões em uma nova rodada de investimentos que avalia a companhia em US$ 965 bilhões. Com o aporte, a startup de inteligência artificial fundada por ex-funcionários da OpenAI passa a valer mais – no papel – do que a criadora do ChatGPT.
O movimento muda o placar simbólico da corrida da inteligência artificial. Em sua última rodada, anunciada em março, a OpenAI foi avaliada em US$ 852 bilhões. O valuation também coloca a Anthropic na 16ª posição entre as companhias mais valiosas do mundo.
A rodada da Anthropic foi liderada por Altimeter Capital, Dragoneer, Greenoaks e Sequoia Capital. Também participaram investidores como Capital Group, Coatue, GIC, ICONIQ, Blackstone, Brookfield, Fidelity, General Catalyst, Jane Street, MGX, T. Rowe Price e Temasek.
A nova captação ocorre em meio a uma forte aceleração da receita, que segundo a Anthropic, saltou de US$ 14 bilhões para US$ 47 bilhões, em termos anualizados, entre fevereiro e o começo de maio, após a adoção do Claude continuar crescendo entre clientes corporativos globais.
O salto é expressivo também em relação à própria Anthropic. Em fevereiro, quando levantou US$ 30 bilhões em uma rodada anterior, a companhia havia sido avaliada em US$ 380 bilhões. Em pouco mais de três meses, portanto, o valuation subiu 154% e a receita anualizada mais que triplicou.
Os recursos serão usados para avançar nas pesquisas de segurança e interpretabilidade, ampliar a capacidade computacional para atender à demanda pelo Claude e escalar produtos e parcerias. A Anthropic também informou que a rodada inclui US$ 15 bilhões em investimentos já comprometidos por grandes empresas de infraestrutura de nuvem, incluindo US$ 5 bilhões da Amazon.
De acordo com reportagem do Wall Street Journal, do fim de abril, a Alphabet havia fechado um acordo para investir até US$ 40 bilhões na companhia. A companhia não confirmou a participação da Alphabet no anúncio da captação, mas informou ter fechado contrato de infraestrutura com grandes empresas de tecnologia, nas últimas semanas.
Um desses acordos foi o acordo fechado com Google e Broadcom para o fornecimento de 5 gigawatts de potência elétrica em data centers equipados com TPUs de próxima geração. Também foram selados contratos com a Amazon para até 5 gigawatts de nova capacidade e com a SpaceX para acesso a GPUs nos data centers Colossus 1 e Colossus 2.
A companhia afirma que o Claude é o primeiro entre os principais disponíveis nas três maiores plataformas de nuvem do mundo: Amazon Web Services, Google Cloud e Microsoft Azure. Ainda assim, a AWS segue como sua principal provedora de nuvem e parceira de treinamento.