Vender já não basta: como franquias estão virando centros de distribuição, estúdios e pontos de coleta
Em sua loja da rede Bibi, especializada em calçados infantis, Marceline Siqueira Verli, 43 anos, as vendas não são restritas a quem entra pela porta. O espaço de 28 metros quadrados localizado no Shopping ABC, em Santo André (SP), funciona também como um minicentro de distribuição para o comércio eletrônico da marca, uma estratégia no varejo conhecida como ship from store. Os pedidos feitos no site são atendidos pelos franqueados, que ficam responsáveis pelo envio para os clientes – algo possível graças à integração do estoque das unidades ao da franqueadora. Com esse modelo de atuação, segundo a presidente da marca, Andrea Kohlrausch, é possível “diminuir custos logísticos e melhorar a experiência de compra”. O giro de produtos nas unidades aumenta, e o prazo de entrega para o consumidor diminui.