Como uma fábrica de plástico na Bahia faturou R$ 1,8 milhão transformando lixo em material de construção
Fundada em 2004 em Conceição do Jacuípe (BA) pelo pai do atual proprietário, Tiago Motta, 41 anos, a Realce Indústria de Produtos Plásticos encontrou na sustentabilidade o caminho para se consolidar no mercado de construção civil do Nordeste.
A empresa era focada em prestação de serviços automotivos, mas, após perder o contrato com uma sistemista da Ford em 2014, migrou para a fabricação própria de mangueiras corrugadas, plafons de iluminação e baldes. A virada de chave da Realce começou quando a indústria passou a enfrentar o alto custo da resina plástica virgem.
Para viabilizar a produção financeiramente, Motta buscou alternativas no reaproveitamento de materiais, desenvolvendo uma estrutura própria de captação e triagem interna. Hoje, entre 80% e 90% do catálogo da marca utiliza plástico reciclado ou possui componentes reaproveitados.
Veja também
Investimento Startup de créditos judiciais abre nova frente de atuação após crise dos Correios
Investimento Krispy Kreme é franquia? Há um ano no Brasil, rede americana tem seis lojas e já pode produzir até 100 mil donuts por dia no país
Investimento