Ele criou um negócio de sandálias personalizadas que hoje fatura mais de R$ 100 milhões
Em 2005, em um lounge da Havaianas durante o evento Rio Fashion Week, no Rio de Janeiro (RJ), Rodrigo Deotto, hoje com 48 anos, aguardava impaciente enquanto sua esposa enfrentava uma fila de três horas. O motivo da espera não era um brinde comum, mas um par de chinelos que recebia um acessório exclusivo da edição do evento. “Eu perguntei por que ela queria aquilo se eu dava chinelo para ela todo dia. Ali entendi que o desejo era pela exclusividade; ela queria algo que ninguém mais em Piracicaba [cidade natal de Deotto, no interior de São Paulo] teria”, recorda o empreendedor.
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