Ela ficou sem dinheiro até para pegar ônibus e hoje está no comando de uma empresa que vende 5,9 milhões de perfumes ao ano
Mas Lemos sentiu que era a hora de pivotar. A transição da venda de doces para a fundação da Amakha Paris foi motivada por um esgotamento com a logística de produção artesanal e a busca por um modelo de negócio com maior poder de escala. Após estudar sobre ativos e composições, ela e seu irmão, Alessandro Lemos, tiveram o insight de montar o próprio negócio focado em perfumes de 15 ml, um formato versátil e colecionável que, na época, ainda não era comum no mercado. A partir de um empréstimo dos pais, produziram as primeiras 36 mil unidades e seis fragrâncias.
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