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Antes da bola rolar, Copa já turbina resultado do Grupo SBF

Por Redação 11 de maio de 2026 5 min de leitura


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A Copa do Mundo ainda não começou, mas já teve impacto nos resultados do Grupo SBF. O principal efeito apareceu na Fisia, responsável pela distribuição dos produtos Nike no Brasil, cuja receita líquida no atacado cresceu 48,7% no primeiro trimestre, para R$ xx. A receita total da unidade avançou 26,1%, para R$ 1 bilhão. Segundo Gustavo Furtado, CEO do grupo, o atacado captura antes a demanda do torneio por precisar abastecer os lojistas antes do lançamento dos produtos.

No varejo, o efeito ainda foi limitado, já que as camisas da Seleção Brasileira foram lançadas apenas em março. A expectativa é de maior impacto no segundo trimestre. A companhia preparou campanhas, ativações nas lojas, reforço no portfólio de licenciados e mobiliário especial nas unidades da Centauro. Furtado afirma que a meta é fazer da rede um destino óbvio para quem busca produtos ligados à Copa.

No primeiro trimestre, a receita líquida do Grupo SBF cresceu 14,9%, para R$ 1,8 bilhão. A Centauro respondeu por R$ 931 milhões, alta de 13,3%. O lucro líquido ajustado subiu 6,1%, para R$ 79 milhões. Já a margem líquida caiu 0,4 ponto percentual, para 4,4%, e o Ebitda ajustado ficou estável em R$ 144 milhões, pressionado por royalties, estoques e patrocínios.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

A bola ainda não rolou na Copa do Mundo, mas o maior evento esportivo do planeta já mexeu o ponteiro do Grupo SBF. O maior efeito, até agora, veio na Fisia, unidade responsável pela distribuição dos produtos Nike no Brasil, cuja receita líquida no atacado cresceu 48,7% no primeiro trimestre, para R$ 483 milhões. A receita total da Fisia avançou 26,1% no período, para R$ 1 bilhão.

“O atacado sempre acaba capturando uma venda de Copa do Mundo antes, porque ele precisa entregar para os seus clientes, que vão conseguir abastecer as lojas a tempo de o lançamento acontecer”, diz Gustavo Furtado, CEO do Grupo SBF, ao NeoFeed.

Outro ponto que, segundo Furtado, contribuiu para o crescimento da Fisia foi o trabalho de aproximação com lojistas, com a abertura de um showroom da Nike em Pinheiros, em São Paulo, maior frequência de eventos com clientes e mudanças na segmentação da oferta de produtos.

No varejo, porém, o efeito Copa ainda foi limitado. Como as camisas da Seleção Brasileira, patrocinada pela Nike, foram lançadas apenas em março, a expectativa é que as vendas ao consumidor final ganhem mais força no segundo trimestre.

“A venda de Copa acontece principalmente no segundo trimestre, mas a gente considera que foi um bom lançamento”, diz Furtado. Segundo o executivo, a demanda inicial foi positiva, especialmente pela camisa azul, que pela primeira vez recebeu a marca Jordan.

No primeiro trimestre, a receita líquida total do Grupo SBF cresceu 14,9%, para R$ 1,8 bilhão. A rede Centauro respondeu por R$ 931 milhões, alta de 13,3%. Na última linha do balanço, o lucro líquido ajustado foi de R$ 79 milhões, 6,1% maior que o registrado no mesmo período do ano passado.

Por outro lado, a margem líquida da companhia caiu 0,4 ponto percentual, para 4,4%, enquanto o Ebitda ajustado permaneceu praticamente estável em R$ 144 milhões.

Segundo o grupo, o Ebitda foi pressionado pelo aumento das despesas com royalties, pelo maior volume de mercadorias recebidas desde o segundo semestre de 2025 e a maior quantidade de clubes patrocinados pela Fisia, como Vasco e Atlético Mineiro.

Para o segundo trimestre, a companhia colocou em prática um plano específico para tentar capturar a demanda da Copa no varejo. A estratégia passa por campanhas de marketing, ativação nas lojas, reforço do portfólio de produtos licenciados e mobiliário especial para destacar camisas e artigos ligados ao torneio nas unidades da Centauro.

“Tenho bastante confiança que essa Copa do Mundo vai ser a Copa mais bem executada da Centauro”, diz Furtado. “A ideia é que, em toda e qualquer loja, o consumidor consiga sentir a atmosfera da Copa.”

A companhia, segundo Furtado, comprou no ano passado mobiliário especial para o período, fez o lançamento das camisas da Seleção e da linha de licenciados em toda a rede e terá Denílson como principal rosto da campanha da Centauro durante a Copa. “Quando qualquer consumidor pensar em Copa, a Centauro tem que ser um destino óbvio”, afirma.

A Centauro também acelerou a reforma de lojas. No primeiro trimestre, o grupo iniciou a revitalização de 23 unidades, das quais 12 foram reinauguradas ainda no período. Somadas às reformas feitas em 2025, a rede chegou a 21 lojas revitalizadas.

Segundo Furtado, as unidades reformadas seguem performando acima das demais lojas comparáveis nas mesmas regiões. No fechamento de 2025, essas lojas vendiam 12,9 pontos percentuais acima das comparáveis. No primeiro trimestre, diz o executivo, esse diferencial continuou em torno de 11 pontos percentuais.

Para Furtado, o efeito da Copa vai além da venda de camisas. “Uma vez que a gente leva o fluxo para a loja, a gente faz um trabalho bastante intencional de fazer o cross-sell com outras categorias”, afirma. “Então, eu acho que, de forma geral, esse aumento de fluxo aumenta o fluxo das categorias também.”

Fora do mundo da bola, a companhia também tem capturado o crescimento da categoria de corrida. Na Centauro, calçados — especialmente corrida — avançaram 48% no primeiro trimestre, enquanto a Fisia também foi impulsionada pelas principais franquias de corrida da Nike.



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Redação

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