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Elon Musk vira trilionário e passa a valer mais do que 198 países e toda a bolsa brasileira

Por Redação 12 de junho de 2026 4 min de leitura


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Elon Musk se tornou a primeira pessoa a ser considerada trilionária, com um patrimônio líquido estimado em US$ 1 trilhão, após o IPO da SpaceX.

A riqueza de Musk é tão grande que supera o PIB de 198 países e é maior que a soma dos 46% mais pobres da população mundial. Com US$ 1 trilhão, ele poderia comprar uma parte significativa do S&P 500, adquirir 20% da Nvidia ou 23% da Microsoft, além de ser capaz de comprar toda a Bolsa brasileira e ainda levar os mercados do Chile e México.

Musk poderia usar essa quantia para comprar 2 mil iates de Jeff Bezos ou adquirir a Coca-Cola e distribuir latas para toda a população mundial.

* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed

O empresário Elon Musk se tornou a primeira pessoa no mundo a ostentar (ao menos no papel) o título de trilionário, um nível de riqueza impressionante, muito acima do PIB e do valor de mercado de muitas companhias.

A SpaceX estreou nesta sexta-feira, 12 de junho, na Nasdaq, após precificar seu IPO em US$ 135 por ação na quinta-feira, conferindo à companhia um valor de mercado de US$ 1,8 trilhão. Nas primeiras horas, as ações da companhia de Musk saltaram quase 30%, elevando o valuation para mais de US$ 2 trilhões.

Cálculos da Forbes apontam que a operação aumentou o patrimônio líquido de Musk em US$ 188 bilhões, para US$ 982 bilhões – isso antes do salto do pregão de hoje. Isso o consolidou como o homem mais rico do mundo com ampla folga, posição que ele já ostenta há tempos – em segundo lugar, bem distante, aparece Larry Page, cofundador do Google, com um patrimônio líquido de US$ 294,3 bilhões.

Se ser bilionário já é algo fora da compreensão, ser trilionário extrapola isso ainda mais. Enquanto um bilionário precisaria gastar US$ 27 milhões por dia durante 100 anos, sem nunca repor o patrimônio, para ficar sem dinheiro, segundo cálculos da Bloomberg, um trilionário vai muito além disso.

Se Musk gastasse US$ 1 milhão por dia, levaria 2.740 anos para “torrar” seus US$ 1 trilhão, de acordo com a ONG Oxfam. Segundo a organização, alcançar US$ 1 trilhão significaria que a riqueza de Musk cresceu mais de US$ 550 bilhões no último ano, o equivalente a uma média superior a US$ 1 milhão por minuto.

O valor é gigantesco sob qualquer ótica. Ele é maior que o PIB de 198 países, segundo o ranking elaborado pelo Banco Mundial em 2024. Se Musk fosse um país, ele seria o 20º maior, à frente de nomes como Suíça, Argentina e Dinamarca.

Com um patrimônio de US$ 1 trilhão, ele seria mais rico do que os 46% mais pobres da população mundial — ou 3,8 bilhões de pessoas — somados, de acordo com a Oxfam.

É um montante que permite comprar praticamente qualquer coisa. Com esse valor, Musk poderia adquirir toda a parte inferior — aproximadamente 33% — do S&P 500, índice que acompanha o desempenho das 500 maiores empresas de capital aberto listadas nos Estados Unidos e que totaliza US$ 67 trilhões em valor de mercado.

Se quiser mirar nas maiores empresas do índice, ele consegue comprar 20% da Nvidia, avaliada em US$ 5 trilhões, ou 23% da Microsoft.

Poderia ainda acabar de vez com as disputas com Sam Altman e levar toda a OpenAI, avaliada em US$ 852 bilhões na mais recente rodada de financiamento, ocorrida em março. A Anthropic custaria mais, após ter sido avaliada em US$ 965 bilhões em maio.

Olhando para o “nosso quintal”, Musk conseguiria comprar toda a Bolsa brasileira, atualmente avaliada em US$ 938,1 bilhões, segundo cálculos da Elos Ayta. E ainda levaria os mercados do Chile e do México juntos, com direito a troco – a bolsa chilena está na casa dos US$ 244,7 bilhões, enquanto a mexicana soma US$ 638,6 bilhões.

Caso acordasse “ousado”, Musk poderia usar US$ 1 trilhão para comprar 2 mil unidades do iate de US$ 500 milhões de Jeff Bezos, da Amazon. Ou então adquirir a Coca-Cola, avaliada em US$ 330 bilhões, e pagar um fardo de 12 latas para todos os 8,3 bilhões de habitantes do planeta, considerando que o pacote custa, em média, US$ 9 nos Estados Unidos.

Nesse espírito de “camaradagem”, ele poderia ajudar os fãs de futebol a driblar os custos da Copa do Mundo de 2026, a mais cara da história. Com US$ 1 trilhão, ele conseguiria distribuir para toda a população global dois ingressos da faixa mais barata, que custam US$ 60.



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Redação

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