OpenAI, Anthropic e SpaceX viram “fábrica de fortunas”: 20 bilionários e 16 mil milionários a caminho
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A SpaceX iniciou um período de IPOs que deve gerar mais de 20 novos bilionários, entre atuais e ex-funcionários, e cerca de 16 mil novos milionários, segundo a consultoria Sacra.
O IPO da SpaceX não beneficiou apenas Elon Musk, que se tornou o primeiro trilionário, mas também Gwynne Shotwell, cuja participação é avaliada em US$ 2 bilhões.
A OpenAI e a Anthropic, com valuations de US$ 852 bilhões e US$ 965 bilhões, respectivamente, também devem criar novos milionários e bilionários.
Greg Brockman, da OpenAI, tem sua participação avaliada em US$ 30 bilhões, enquanto Dario Amodei, da Anthropic, possui cerca de US$ 8 bilhões.
O aumento de riqueza é impulsionado pelo interesse em inteligência artificial, com grandes investimentos previstos.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
A SpaceX deu a largada ao que deve ser um período de grandes IPOs nos Estados Unidos, gerando uma nova leva de bilionários aos rankings da Bloomberg e da Forbes.
Um levantamento feito pela consultoria Sacra para o jornal The New York Times (NYT) estima que as megalistagens de SpaceX, Anthropic e OpenAI devem criar mais de 20 novos bilionários, entre atuais e ex-funcionários dessas três empresas, que poderão vender suas participações no mercado após o término do período de lock-up.
Além disso, um grupo de 16 mil pessoas pode se tornar milionário quando essas companhias abrirem capital, segundo a Sacra. A consultoria não avaliou os efeitos dessas operações no patrimônio dos investidores.
O IPO da SpaceX não foi lucrativo apenas para Elon Musk, que se tornou o primeiro trilionário da história da humanidade. A operação transformou Gwynne Shotwell em bilionária — a presidente e diretora de operações da companhia de foguetes, telecomunicações e inteligência artificial (IA) possui uma participação avaliada em US$ 2 bilhões, de acordo com a consultoria.
Anthropic e OpenAI também devem produzir um grande número de milionários e bilionários quando abrirem capital, considerando os valuations que alcançaram nos últimos anos. A OpenAI foi avaliada em US$ 852 bilhões na mais recente rodada de financiamento, ocorrida em março, enquanto o valuation da Anthropic alcançou US$ 965 bilhões em maio.
Um dos que devem ver o patrimônio saltar é Greg Brockman, cofundador e presidente da OpenAI. No mês passado, ao testemunhar no processo movido por Musk contra a empresa, ele revelou que sua participação na companhia está avaliada na casa dos US$ 30 bilhões. Já Dario Amodei, cofundador e CEO da Anthropic, possui um patrimônio líquido estimado em cerca de US$ 8 bilhões.
A criação de diversos novos milionários e bilionários com essas três ofertas é consequência do frenesi em torno da inteligência artificial (IA). Investidores estão dispostos a aportar grandes quantias e aceitar valuations elevados para não ficar de fora de uma tecnologia que promete ser a nova revolução industrial.
E as empresas estão investindo pesado para vencer essa disputa. Nomes como Alphabet, Microsoft, Amazon, Meta e Oracle devem aportar um total de US$ 700 bilhões somente em 2026. Dados do governo americano mostram que os gastos mensais com a construção de data centers atingiram US$ 50 bilhões nos Estados Unidos em abril.
Os valuations de SpaceX, OpenAI e Anthropic mostram o quanto a IA inflou o mercado de tecnologia. Quando realizou seu IPO, em 2012, a Meta, então chamada Facebook, levantou US$ 16 bilhões e foi avaliada em US$ 104 bilhões, um recorde para a época. Sheryl Sandberg, então chefe de operações da empresa de Mark Zuckerberg, embolsou o equivalente a US$ 73 milhões por sua participação de 0,07%.
Pelos cálculos da Sacra, uma participação do mesmo tamanho na SpaceX, que permaneceu uma empresa privada por 24 anos, daria a Sandberg um patrimônio da ordem de US$ 1,2 bilhão.