Ele criou um hot-dog para o pós-culto e transformou a ideia em um negócio de R$ 154 mil por mês
Nos primeiros passos da operação, a dupla passou a itinerar em eventos religiosos locais. “A gente foi recebendo convite para estar em várias igrejas com a carrocinha. A gente ficava sempre na área do estacionamento, onde fica a gastronomia da igreja. Em 28 dias vimos que tínhamos validado a ideia, porque a repercussão foi muito grande”, afirma o empresário.
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