Descubra a ferramenta que fez empresas economizarem até 80% dos custos
As trocas de e-mail começaram a fazer parte da rotina das empresas desde a segunda metade dos anos 1990. Hoje, em 2026, elas continuam cristalizadas como o principal padrão de comunicação. No entanto, algumas ferramentas de mensagens e de colaboração podem representar um custo excessivo na gestão de um negócio. De acordo com o Instituto Gartner, até 70% do orçamento de tecnologia da informação (TI) é alocado na operação básica do dia a dia.
Muitas organizações sequer questionam o quanto esses recursos consomem do orçamento anual ou mesmo se o custo acompanha o valor real entregue. Em um cenário marcado por uma demanda cada dia maior por eficiência, também é essencial avaliar, principalmente, se esse investimento faz sentido diante das prioridades atuais do negócio.
Enquanto as lideranças são pressionadas a investir em inteligência artificial (IA), automação, segurança e crescimento operacional, uma parcela significativa do orçamento continua comprometida com fornecedores tradicionais de infraestrutura básica. Para 52% dos líderes de tecnologia entrevistados pelo Gartner, a pressão por reduzir custos sem perder o foco em inovação vem aumentando.
Encontrar maior eficiência não é uma decisão simples, como aponta Fernanda Bordini, líder de marketing da unidade de negócio de produtividade e colaboração da Zoho Brasil. “As lideranças olham para três grandes pilares para avaliação de orçamento: quais são as despesas necessárias para manter a operação rodando, quais são os investimentos que aumentam a produtividade e onde é possível inovar e crescer. É nessa última etapa que entram o novo e o diferente — IA, modernização e novos projetos.”
A primeira frente é a que oferece maior oportunidade de redução de custos com eficiência. “Mexer nas ferramentas de operação diária é uma das melhores formas de conseguir liberar o orçamento”, diz Bordini. Nesse aspecto, três pontos podem ser revisados, segundo ela. “O primeiro é a dívida acumulada: quanto mais se adia uma decisão, mais cara e complexa ela fica. O segundo é a dependência que se tem de fornecedores, com contratos que prendem e tiram a autonomia na negociação. Por fim, o risco do uso de ferramentas e dispositivos pessoais quando a empresa não tem um controle sobre licenças e uso de software.”
É recomendável, portanto, revisar contratos de forma inteligente, consolidar e integrar ferramentas, garantir a flexibilidade e os direitos de uso e fazer a modernização por partes, com áreas diferentes evoluindo em ritmo próprio e com atenção especial à manutenção de sistemas legados críticos em que a migração é complexa ou arriscada. E é para apoiar essa mudança de lógica operacional que o Zoho Workplace se apresenta ao mercado.
Desenvolvida pela Zoho, uma empresa de origem indiana com mais de 150 milhões de usuários no mundo, a solução funciona como uma suíte com aplicativos de produtividade essenciais para a rotina de trabalho.
Assim, propõe reduzir o custo operacional do básico, simplificar a gestão de comunicação e colaboração e, consequentemente, liberar orçamento para projetos que realmente aceleram o negócio. Trata-se de um padrão moderno de consumo de serviços de comunicação corporativa, que segue um novo modelo de contratação em busca da eficiência orçamentária.
“Temos uma plataforma que se adequa a todos os tamanhos e tipos de empresa e que oferece mais de dez aplicativos para o dia a dia de forma integrada, fazendo com que o trabalho seja entregue de forma mais rápida e segura”, afirma a líder. Ela reforça também que a empresa tem uma política de privacidade rigorosa: “Não vendemos os dados de nossos clientes a ninguém”.
Com planos a partir de R$ 5 por usuário por mês, a solução permite que as empresas modulem a colaboração conforme a necessidade de cada funcionário e paguem apenas pelo que utilizam, ou seja, recursos e armazenamento personalizados para cada situação. Em outras palavras, uma pessoa que utiliza somente e-mail não precisa pagar por uma suíte completa com pacote de aplicativos de texto, apresentação e formatação de planilhas. É possível, assim, combinar planos diferentes dentro da mesma estrutura. E tudo isso sem multa por quebra de contrato nem valor mínimo de contratação ou reajustes anuais de preço.
Em síntese, o Zoho Workplace se coloca como uma alternativa inteligente, sustentável e estratégica. “A Zoho tem como valor principal democratizar a tecnologia”, assegura Bordini. “Por ser uma empresa de capital fechado, familiar, reinveste todo o valor em pesquisa e desenvolvimento para cada vez mais conseguir ofertar o melhor produto para seus clientes.”
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