Toma lá, dá cá: Meta flerta com nova captação bilionária em “resposta” ao Google
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A Meta está considerando uma nova oferta de ações para captar bilhões de dólares, seguindo o exemplo da Alphabet, que anunciou uma oferta de US$ 84,7 bilhões.
A iniciativa visa financiar as ambições da empresa em inteligência artificial, com gastos projetados de até US$ 145 bilhões neste ano.
A diretora financeira Susan Li e a presidente Dina Powell McCormick lideram as discussões sobre a captação de recursos, que inclui a construção de novos data centers para suportar modelos avançados de IA.
Embora a Meta ainda não tenha contratado um banco para a operação, um porta-voz afirmou que as conversas são especulativas, mas não descartou a possibilidade.
O Goldman Sachs deve ser escolhido para liderar a negociação.
O mercado acionário dos EUA está agitado, com a SpaceX e outras empresas de IA se preparando para abrir capital, aumentando a competição por investimentos.
* Resumo gerado por inteligência artificial e revisado pelos jornalistas do NeoFeed
No mundo da tecnologia, o dinheiro parece ser infinito. Um dia após a Alphabet, dona do Google, anunciar a maior oferta de ações da história — de US$ 84,7 bilhões — focada em inteligência artificial (IA), a Meta está cogitando um movimento semelhante (apesar de não divulgar valores).
No fundo, a iniciativa é a mesma: uma nova oferta de ações, que ajudará a companhia a levantar dezenas de bilhões de dólares para suportar as ambições de Mark Zuckerberg com IA, algo que está longe de ser barato.
Segundo o Financial Times (FT), os executivos da Meta estão trabalhando diariamente para encontrar formas alternativas de captar recursos e essa pode ser uma delas. Isso levando em consideração que a companhia projeta aumentar de forma considerável seus gastos com a tecnologia, podendo chegar a US$ 145 bilhões apenas neste ano, afirmaram fontes ao jornal britânico.
Susan Li, diretora financeira da companhia, é a líder das discussões sobre a venda de ações, ao lado de Dina Powell McCormick, que assumiu o posto de presidente da companhia em janeiro.
Uma das missões dadas a Dina foi a reformulação dos planos da Meta nos quesitos de infraestrutura e financiamento de IA, que agora devem ser realizados com uma visão de longo prazo, visto que a companhia está entrando em seu período mais intenso em capital visto até hoje.
Nesse planejamento, é preciso incluir o financiamento de novos data centers que serão utilizados para operar modelos cada vez mais avançados de IA, com foco na visão de uma “superinteligência pessoal” imaginada por Zuckerberg para o Facebook, WhatsApp e Instagram.
Além disso, os wearables, dispositivos vestíveis inteligentes, ganham cada vez mais o mercado e se tornam uma vertical forte para a companhia.
Ao longo dos anos, a estrutura de capital da Meta mudou bastante. Em 2022, a gigante de redes sociais tinha menos de US$ 10 bilhões em dívidas de longo prazo. Agora, apenas nos últimos meses, a empresa tomou empréstimos na casa dos US$ 55 bilhões. Em outubro do ano passado, a companhia já havia captado US$ 27 bilhões com a gestora Blue Owl e por aí vai.
No fim do dia, nada está fechado ou garantido, já que a Meta ainda não contratou nenhum banco para essa operação e pode optar por outra maneira de levantar dinheiro.
Um porta-voz da Meta afirmou ao FT que as conversas sobre venda de ações são “pura especulação”, mas não descartou a possibilidade. “Temos sido claros ao dizer que enormes oportunidades estão à frente em IA, e continuaremos focados em captar capital da forma mais flexível possível para apoiar isso”, afirmou.
Caso ocorra, o Goldman Sachs pode ser o escolhido para liderar a negociação, já que Powell McCormick trabalhou por 16 anos no banco.
A perspectiva da nova venda de ações acontece em um momento bastante movimentado para o mercado acionário dos Estados Unidos. Por lá, a SpaceX deve levantar até US$ 75 bilhões na próxima semana em seu tão esperado IPO, que elevaria o valuation da companhia para US$ 1,75 trilhão.
Ao mesmo tempo, a Anthropic, dona do Claude, entrou com pedido para sua própria listagem e a OpenAI, do ChatGPT, também se prepara para abrir capital na Bolsa de Valores. As duas devem atingir valuation superior a US$ 1 trilhão.