Preocupação pode ajudar a viver mais? Estudo liga ansiedade moderada à longevidade
Ao analisar dados do Biobanco do Reino Unido, que inclui registros de saúde, imagens cerebrais e testes comportamentais de milhares de pessoas, os pesquisadores conseguiram separar o neuroticismo em duas categorias distintas. A primeira é o sofrimento emocional generalizado, ligado à depressão e à sensação de impotência, que de fato prejudica a saúde. Já a segunda dimensão, batizada de ERIS (Reatividade Emocional e Estabilidade Interna, da sigla em inglês), traz resultados surpreendentes.
Embora o estudo seja correlacional — ou seja, observa padrões sem necessariamente provar uma relação direta de causa e efeito —, ele oferece um novo olhar sobre o estresse cotidiano. Em um mercado onde a saúde mental vale ouro, saber que aquele receio de que algo saia errado pode estar ajudando você a viver mais é, no mínimo, um alento para quem comanda uma empresa.
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